Saint Seiya, The Lost Canvas: Primeiras Impressões


Oi, pessoal!

Durante esta semana assisti aos 4 primeiros episódios dessa nova fase do anime Saint Seiya. Ainda me recordo bem o quando ansiávamos para que a saga das Doze Casas terminasse logo e bem depois disso, o quanto esperamos (anos!) pela saga de Hades. Após tudo isso, pensei que não haveria mais CDZ. Que bom que eu estava errada!

O logo não mudou muito.

O logo não mudou muito.

Também devo dizer que quando vi Lost Canvas em mangá, não gostei do traço e nem me interessei por ele. Felizmente tenho bons amigos e dois deles me incentivaram a pelo menos conhecer essa nova série: Douglas Lima e Guilherme Gameiro. O primeiro me disse que era uma história nova (eu bem que não acreditei confesso). Já o segundo, me passou os 13 primeiros espisódios animados para assistir. Comecei esta semana e vi 4. Gostei muito!

Não vou postar dados técnicos, como data de lançamento, total de episódios, preguiça de pesquisar. Quero postar minhas impressões sobre esta nova saga.

O traço fino e delicado, ficou muito bonito.

O traço fino e delicado ficou muito bonito.

Então, vamos lá?

A história se passa 200 anos antes da Saga de Seiya e Cia. O cavaleiro de Pégasus dessa época é Tenma, um jovem oriental que ainda não sei porque vive em uma cidadezinha européia na Itália. O curioso é que todos falam japonês nessa cidade, rs.

A animação está muito bonita, com traços leves, até personagens chatos como Athena e o cavaleiro de Unicórnio, conseguem ser carismáticos. Aliás, a grande surpresa está no Unicórnio, Yato. Esquentadinho, cabeça-dura, porém com um coração nobre. Lembra o Jabu, só que consegue ter um carisma que aquele não tinha.

Yato, cavaleiro de Unicórnio. Cenas engraçadas são protagonizadas por ele. Sina da armadura?

Yato, cavaleiro de Unicórnio. Cenas engraçadas são protagonizadas por ele. Sina da armadura?

As armaduras estão com um formato bem diferente também, mostrando que elas se adaptam de acordo com o cavaleiro que a veste. Temos um Pégasus de saiote e roupa vermelha, nisso acho que erraram, visto que o Tenma e o Seiya são dois caras bem diferentes, então o detalhe da roupa vermelha poderia ter sido alterado. Achei forçado o Tenma usar as faixas vermelhas nos pulsos e no braço como o Seiya.

Athena e Pégasus não estão chatos: são carismáticos!

Athena e Pégasus não estão chatos: são carismáticos!

Dohko, o cavaleiro de Libra e futuro mestre do Shiryu é um jovem, molecão e bem impulsivo, não lembra em nada o velho mestre que ficava nos Cinco Picos na China treinando o cavaleiro de Dragão, todo paciente, ponderado e sábio.

Em Jamiel, terra do futuro cavaleiro de áries, Mu, existe uma espécie de tribo/povo que são aliados do Santuário de Athena. O velho mestre de Jamiel detém o conhecimento do Sekishiki, que é a técnica do cavaleiro de Câncer, Máscara da Morte. Pelo que notei, ele possui um pequeno discípulo, mas não dizer se é o futuro Máscara ou o pequeno Mu. Ainda não vi tudo, não posso afirmar.

A esquerda, Dohko de Libra. E a direita, Shion de Áries.

A esquerda, Dohko de Libra. E a direita, Shion de Áries.

 

Até as personagens femininas estão melhor desenhadas e tem um papel maior nesta animação. Por enquanto, não vi nenhuma de máscara.

Yuzu-chan: Lembra a June Camaleão, mas não é ela!

Yuzuhira: lembra a June Camaleão, mas não é ela!

Voltando o cenário para a Grécia, podemos ver um pouco do cotidiano do Santuário, das pessoas que vivem por lá e achei isso bem bacana.

A história se passa rápido, tem um ritmo muito bom e por enquanto, sem enrolações.

Tenma e a armadura de Pégasus do século 18.

Tenma e a armadura de Pégasus do século 18.

O grande inimigo é Hades, que desperta no corpo de Alone (‘Aro-one’), amigo de Tenma. Pandora está perversa e os cavaleiros de Hades são realmente cruéis e não patéticos como na saga que conhecemos. O traçado das sapuris está muito bonito também.

Um dos servos de Hades: Kagaho. A armadura é linda.

Um dos servos de Hades: Kagaho. A armadura é linda.

A trilha sonora é nova, gostei bastante da música de abertura, o ritmo me fez lembrar algumas músicas da banda Kamelot. As músicas tocadas dentro do desenho também estão bem orquestradas e com arranjos muito bonitos.

Bom, pessoal, por enquanto é isso. Estas são minhas primeras impressões sobre Saint Seiya, The Lost Canvas. Aos poucos vou falando mais.

Dohko: esquentadinho, impulsivo e jovem!

Dohko: já usava o chapéu nessa época!

About Priss Guerrero

Ilustradora e redatora do Rock Me ON. Aceito encomendas para ilustrações e tratamento de imagens. Contato: @prissguerrero1
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7 Responses to Saint Seiya, The Lost Canvas: Primeiras Impressões

  1. Camila says:

    Odeio perder a minhas canvas qdo estou em algum app da adobe huahuhaua…. mas enfim, parece ser interessante, tenho que assistir a saga de Hades e ta aí um boa sugestão para as férias.

  2. Estou acompanhando pelo mangá (como você não gostou do traço? é o melhor traço de CdZ que já vi, melhor que o traço torto original do Kurumada e muito melhor que o traço gay de sei lá quem desenhou a Saga G) e é mesmo muito bom. Sem muita enrolação. Sem cavaleiros chatos. E estão todos iguaizinhos, com poucas excessões, mas as personalidades mudam ligeiramente. O caso mais descarado é do Aldebaran, até o nome é o mesmo! Mas aí ele explica que “Aldebaran” não é o nome dele, é uma espécie de título que todos os cavaleiros de touro assumem =) Mostra ainda a origem de alguns golpes, enfim, muito bom mesmo. E desde o começo sabemos que só dois irão sobreviver, isso é um pouco angustiante… =)

  3. Alécio says:

    Figuei bastante interesado em assistir, se possivel me manda os episodios por e-mail, ficaria grato. alecio_mpsilva@hotmail.com.

  4. Phill says:

    Cada um tem seu ponto de vista. Mas sugiro que tenha mais conhecimento antes de postar opinioes. Alias, não se pode ter opinião sobre algo que não se conhece. Se tivesse pesquisado sobre a historia do anime, saberia que todos os cavaleiros são extremamente semelhantes aos da época de Seiya, pois Kurumada queria deixar bem claro a questão da reencarnação. Por isso, o Tenma é exatamente igual ao Seiya, Asmita é exatamente igual ao Shaka, El Cid seria o Shura um pouco mais velho, dentre outros. essa questão da roupa da armadura é normal, pois a armadura é mesma desde eras mitológicas. Digamos que a roupa vermelha tb está na caixa da pandora, mas não vemos kkkkkkk Furos dignos de Kurumada.

    O gráfico realmente impressiona. Pra quem estava acostumado com Shingo Araki, esse grafico é muuuuito diferente, mas eu acabei gostando. Como vc comentou, é bem leve e bonito. Completamente diferente da serie Episódio G. Deus me livre kkk

    São muitos furos que nos deixam duvidosos ^^” Temos que fazer um esforço mental de não ficar curiosos. Sobre os discipulos de Hakurei, jamais poderia ser o Mascara ou Mu, pois são 200 anos atrás🙂 Depois de Hakurei vieram outras gerações de cavaleiros de ouro, veio o Manigold e muitos outros, até chegar no Máscara.
    ‘Olha que legal, né Phillipe.’ Ai que vem o grande furo. Como que o sucessor de Manigold aprendeu tudo, se Hakurei e Manigolg morreram? O_O

    Só nos resta ignorar ^^”

    • Olá, Phill!

      Obrigada pelo comentário. Tive que reler meu post para poder te responder, rs.

      Então, no começo eu disse que havia visto apenas os 4 primeiros episódios e que não cheguei a pesquisar dados técnicos sobre o anime. Entendo e respeito sua opinião, você parece ser bastante fã e talvez tenha ficado incomodado com meu texto.

      Isso me deixa contente, porque consegui atingir a meta: “Rock Me ON, mexendo com você até não poder mais!”

      E você tem razão, não se pode emitir opiniões sobre algo que não se conhece, só que no caso, como disse, minhas opiniões foram a respeito dos 4 primeiros episódios que vi. Não quis fazer comparações demais, assisti aos Cavaleiros quando passavam ainda na falecida TV Manchete e que para se ver um OVA, era necessário contrabandear entre amigos um VHS vindo do Japão, mal gravado e sem legendas. Assisti ao OVA de Asgard (aquele que o Hyoga fica hipnotizado e veste uma armadura nórdica) em japonês, com legendas em inglês no Sesc Pompéia, aqui em SP. Lembro que foi lindo. Tínhamos muitas dificuldades em conseguir as coisas e as informações. Hoje com internet, YouTube fica mais fácil, inclusive, criticar.

      Não posso afirmar o que o Kurumada pretendia, nunca conversei com ele. rs Onde você obteve essa fonte? Normalmente, quando desenhamos personagens que seriam supostas reencarnações, procuramos deixá-los parecidos para que o público os identifique rapidamente. Tática de marketing, não vem ao caso. Você pode discordar, entendo isso.

      Então, quanto aos discípulos, realmente não fiz o cálculo das datas e fica mesmo improvável que seja o Máscara da Morte, mas o Mú, ele pertence a uma outra raça, então, talvez fosse viável. Ahahaha… vai saber, né?

      CDZ é cheio de furos, mas acho que a magia que o roteiro nos imprime é a mensagem que “devemos lutar por aquilo que é justo e correto” e que “sem amigos somos nada”.

      Muito grata pelo comentário, continue acompanhando.

      Bjs,

      Keep Rock Rocking Roll!!!

      Priss

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